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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Letra Livre traz escritores consagrados
Letra Livre traz escritores consagrados
(BR Press) Explorando o universo da literatura, o programa Letra Livre, da TV Cultura, vai ao ar nesta quarta-feira (11/02), às 23h10, com um debate entre os escritores Ruy Castro e Paulo Lins. O primeiro é autor de biografias de personagens significativos, como Garrincha e Carmen Miranda, e o segundo é considerado um dos autores brasileiros que marcaram a prosa contemporânea.
Com apresentação do jornalista e crítico literário Manoel da Costa Pinto, o programa, exibido uma vez por mês, é conhecido por levantar discussões interessantes entre escritores consagrados sobre o mundo da literatura contemporânea e sua relação com a sociedade.
Carmen e Cidade de Deus
O jornalista e escritor Ruy Castro transita livremente pela reportagem e pela crônica. Em 2005, lançou a biografia de Carmen Miranda, que recebeu homenagens no centenário de nascimento, comemorado na última segunda (09/02). Já biografou também o dramaturgo Nelson Rodrigues e atuou na revista Manchete, Jornal do Brasil, Correio da Manhã e Pasquim, famoso tablóide de humor que se tornou foco de resistência ao regime militar. Seu livro mais recente é Era No Tempo Do Rei, um romance histórico que tem como fio condutor a chegada da corte portuguesa ao Brasil, em 1808.
O carioca Paulo Lins, por sua vez, ficou conhecido por ter escrito o livro Cidade de Deus, que ganhou o mundo na adaptação para o cinema, feita por Fernando Meirelles. A obra, lançada em 1997, se destacou por retratar a favela carioca do ponto de vista de quem conviveu de perto com essa realidade. O segundo romance do autor, Desde que o Samba é Samba é Assim, que será lançado ainda neste ano, aborda a importância da música como inclusão social do negro no Brasil.
(BR Press) Explorando o universo da literatura, o programa Letra Livre, da TV Cultura, vai ao ar nesta quarta-feira (11/02), às 23h10, com um debate entre os escritores Ruy Castro e Paulo Lins. O primeiro é autor de biografias de personagens significativos, como Garrincha e Carmen Miranda, e o segundo é considerado um dos autores brasileiros que marcaram a prosa contemporânea.
Com apresentação do jornalista e crítico literário Manoel da Costa Pinto, o programa, exibido uma vez por mês, é conhecido por levantar discussões interessantes entre escritores consagrados sobre o mundo da literatura contemporânea e sua relação com a sociedade.
Carmen e Cidade de Deus
O jornalista e escritor Ruy Castro transita livremente pela reportagem e pela crônica. Em 2005, lançou a biografia de Carmen Miranda, que recebeu homenagens no centenário de nascimento, comemorado na última segunda (09/02). Já biografou também o dramaturgo Nelson Rodrigues e atuou na revista Manchete, Jornal do Brasil, Correio da Manhã e Pasquim, famoso tablóide de humor que se tornou foco de resistência ao regime militar. Seu livro mais recente é Era No Tempo Do Rei, um romance histórico que tem como fio condutor a chegada da corte portuguesa ao Brasil, em 1808.
O carioca Paulo Lins, por sua vez, ficou conhecido por ter escrito o livro Cidade de Deus, que ganhou o mundo na adaptação para o cinema, feita por Fernando Meirelles. A obra, lançada em 1997, se destacou por retratar a favela carioca do ponto de vista de quem conviveu de perto com essa realidade. O segundo romance do autor, Desde que o Samba é Samba é Assim, que será lançado ainda neste ano, aborda a importância da música como inclusão social do negro no Brasil.
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Paulo Coelho acha que crise traz valores que tinham se perdido
Paulo Coelho acha que crise traz valores que tinham se perdido
Berlim, 2 fev (EFE).- O escritor Paulo Coelho afirma que, apesar de "dolorosa", a atual crise econômica mundial também tem algo de positivo, pois "retorna" a humanidade "aos valores com os quais tínhamos perdido o contato".
Em uma entrevista à edição digital da revista alemã "Der Spiegel", Coelho fala, assim, da revitalização de valores como o amor e a beleza da vida.
"A felicidade não é ficar sentado em frente a uma tela de computador, acompanhar a evolução das ações e apostar como em um cassino", afirma o autor de "O Alquimista" e "Diário de um Mago".
Apesar de se considerar mais um "realista" do que um "otimista", o escritor afirma que não tem "um grande medo" diante da crise, pois acha que o "sistema corrige a si próprio".
Segundo Coelho, as épocas de crise representam para algumas pessoas - "se forem inteligentes" - uma nova oportunidade para "definir sua vida de novo e refletir sobre ela".
O escritor confia na capacidade de adaptação do homem, que acredita que permitirá superar este "doloroso momento" para a sociedade.
No entanto, alerta contra as grandes expectativas geradas nos Estados Unidos após a posse do presidente Barack Obama.
"Gosto de Obama, mas ele não é o Messias", afirma Coelho, que sustenta que o presidente americano terá que adotar "decisões impopulares", que podem fazê-lo perder pontos diante da opinião pública.
Berlim, 2 fev (EFE).- O escritor Paulo Coelho afirma que, apesar de "dolorosa", a atual crise econômica mundial também tem algo de positivo, pois "retorna" a humanidade "aos valores com os quais tínhamos perdido o contato".
Em uma entrevista à edição digital da revista alemã "Der Spiegel", Coelho fala, assim, da revitalização de valores como o amor e a beleza da vida.
"A felicidade não é ficar sentado em frente a uma tela de computador, acompanhar a evolução das ações e apostar como em um cassino", afirma o autor de "O Alquimista" e "Diário de um Mago".
Apesar de se considerar mais um "realista" do que um "otimista", o escritor afirma que não tem "um grande medo" diante da crise, pois acha que o "sistema corrige a si próprio".
Segundo Coelho, as épocas de crise representam para algumas pessoas - "se forem inteligentes" - uma nova oportunidade para "definir sua vida de novo e refletir sobre ela".
O escritor confia na capacidade de adaptação do homem, que acredita que permitirá superar este "doloroso momento" para a sociedade.
No entanto, alerta contra as grandes expectativas geradas nos Estados Unidos após a posse do presidente Barack Obama.
"Gosto de Obama, mas ele não é o Messias", afirma Coelho, que sustenta que o presidente americano terá que adotar "decisões impopulares", que podem fazê-lo perder pontos diante da opinião pública.
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